No último encontro discutirmos sobre os aspectos gerais da vida de Franz Kafka. Conversamos sobre as relações familiares e profissionais do autor que poderiam ter influenciado na escrita do livro “A Metamorfose”.
Sobre o livro, em geral, a leitura é fluida. Pois, Kafka, é um escritor que “vai direto ao ponto”. De início, nos deparamos com a metamorfose de Gregor Samsa deitado na cama. Sozinho em seu quarto.
Neste, estranho ambiente familiar, a metamorfose, esconde uma dialética: tudo é mudança ou a mudança sempre acontece?
A história se desenvolve a partir desse contexto de aceitação e negação, o mundo animal e o mundo humano, a desumanização e a humanização.
Gregor Samsa é um monstro ou um humano? Aonde está sua identidade? São poucos os momentos que o personagem recupera e reconquista sua humanidade. Por exemplo, quando a irmã toca violino na sala de estar. Neste momento, a música é um sopro de humanidade para a criatura, inseto ou monstro.
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